segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

oh! Deus!

De um lado Nietzsche diz que Deus está morto, de outro o ateísmo afirma que Deus não existe, outros afirmam que ele não interfere porque respeita o livre arbítrio. Sugiro que pensemos em algo que todas essas afirmações tem em comum: Deus não está. Deus está ausente, do mundo ou pelo menos do interior dos homens. Então me vem a musica de Rita Lee “busco nele o que é mais EU que eu mesmo.” de um modo antropológico considero esse deus, buscado pelos homens, como aquela centelha que falta para incendiar o todo e assim completá-lo ou justificá-lo. Obvio que essa busca é eterna e jamais pode se completar, pois essa centelha ou está morta, ou não existe, ou sem ela o humano não é humano. 

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