sábado, 21 de janeiro de 2017

diário 21-01-14

Como pode? o amor mata, inferniza o coração daqueles que nunca serão correspondidos. O amor acaba com a esperança, com o sopro de vida, com a vontade de comer, dançar, sorrir. O amor, como um alvo para setas, oferece muitas mais possibilidade de erro que de acertos. No entanto somos levados a louva-lo por todo a vida. Engrandece-lo como um cruel senhor feudal “obrigado por suas migalhas, pelos pequenos carinhos, pelas leves esperanças”. O amor está reservado a poucos, pouquíssimos e eu não sou um deles...

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