domingo, 4 de janeiro de 2015

Rogo ao tempo

Vai-te na vida....oh! tempo de mim, 
espalhe essa poeira chamada eu, e deixe que o vento a leve....
se a vida (noite da eternidade) valeu a pena, só o amanhecer dirá.

Custa-me tanto contar-lhe fatias e medi-las
Doe-me olhar pra o já visto,
Cega-me pensar o porvir
Que de tudo que vejo e ouço, redima o esperado silencio do vazio.

Mas... hei de viver-te até as ultimas gotas do gozo e da dor.
Vou viver-te por companheirismo ao seu destino eterno.
E pra somar-me a sua força.

A única força real.

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