quarta-feira, 9 de julho de 2014

Foda-se, o amor é importante, e eu te amo. Porra.

A felicidade equilibrista:

Que que tinha dito...

Agora digo que...

É, meu caro. Eu esqueci...acho, nem era amor, só desejo de ser assim, algo merecedor do seu desejo, algo que falasse ao seu falo. Eu queria que você acreditasse em que nada deva crer. Algo assim com um ateu sobre todas as evidencias... eu, e , você. Quem sabe? Eu e você nus sobre um pano qualquer e você e eu todos nos sobretudo felizes... felicidade, a ideia velha de felicidade combinaria tanto conosco, nessa relva, verde como a bandeira, soltos no universo sem começo ou meio... e por fim, longe dessas identidades tão, tão, comum nós fossemos livres pra um baita beijo...
Oh! (Que nada me desperte agora)
Um beijo seu, desacreditando de todo ao redor eu posso ver....
Éramos tão livres, sobre uma terra tão livre que as prisões todas (a da ignorância primeiro) caídas, nos liberava...e tudo que queríamos era beijar... beijar.

 - - - 


Como amar sem filhos? Como ser feliz com filhos? Como ser um crente legal? Como andar de bicicleta? Como conquistar seu amor pra sempre? Como é a lua? Como todos conseguem? Menos eu. Como falar alemão? Como o amor pode deixar-nos tão iludidos a ponto de cegarnos e ponto de não reconhecer um erro básico de gramatica? Como falar “eu te amo” em português?

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