domingo, 22 de junho de 2014

As pessoas só tem uma pátria: a cidade onde nasceram. Mais que isso é ideal romântico.

São como casas, cada qual com seu mistério. Luzes interiores e ruído de conversas domesticas. Vizinhas e diferentes em quase tudo. Do quanto mais sabemos, mais diferente são. E ao longe, unidas pela distancia, geminam-se num nome rua, cidade. Desaparecem em essência. 

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