sábado, 8 de março de 2014

De Munch até Bansky a arte esteve balbuciando burguesisses.


A verdadeira contradição seria afirmar uma “opressão opressora”. Pois as opressões são, e sempre, mesclas de liberdades entre limites, libertos e oprimidos. Nunca se fará uma opressão monolítica, que oprima a todos de uma só vez. Nesse aspecto é necessário reportar-nos à beauvoir e arent: os opressores tem correligionários entre os oprimidos.

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Sei que a insônia de hoje irá me prejudicar amanhã. Pois amanhã todos a minha volta estarão dispostos, dormiram bem, e eu com sono. Fosse eu o rei do mundo amanhã seria feriado, pra eu descansar. Mas, o rei do mundo parece ser a maioria e eu voto vencido. Essa parece ser também a regra valida para a oposição subjetividade VS. Coletividade. É ela, a coletividade, que define o certo e o errado. Na relação entre subjetividade e coletividade a primeira, assim como no sono, sempre perde. ( a não ser caso a primeira tenha o Poder) entretanto a de se perguntar o quanto de coletividade está impregnado na subjetividade. Pois talvez eu não dormi porque não me deixaram dormir, amar, comer, civilizar-me etc...

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Nunca diga nunca – a coisa mais ingênua que se pode afirmar. Faz-se como se o futuro fosse insondável e poderoso o suficiente pra pegar de surpresa o sujeito que disse “nunca”. Teologiza-se algo inexistente como o futuro. Teme-se algo que não existe. Basta de ingenuidades (quem no terceiro milênio tem direito á ela?) só o presente existe e ele é todo o futuro condensado. 

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