terça-feira, 10 de dezembro de 2013

sete de onze


É possível falar em anarco-politica?

Ou seja:

É possível existir uma ação política que traga em seu bojo a anti-politica do anarquismo?
Para Hobbes a superação do homem-contra-homem é a criação de um sujeito político chamado Estado. E no caso um Estado com poderes absolutos.  Na atualidade o Estado é constituído por grupos políticos/ideologicos, então, não é absoluto nos seus poderes. Entretanto no interior desses grupos encontramos indivíduos que não reconhecem a total representatividade desse grupo. Exemplo: um terrorista inspirado por uma religião decide por si próprio cometer um atentado. Ele faz parte de um grupo que talvez não o apoie nessa decisão, entretanto ele a comete. É possível desobedecer, as vezes é regra.

E

Também podemos dizer que a relação entre os diferentes grupos é uma relação de Grupo-lobo-de-grupo, ou sejam uma relação sem um mediador com poderes moderadores, um anarquismo no pior sentido.

E, também


É evidente que a atuação política do Islã, dividido em varias correntes, filosóficas e políticas irá de um modo ou outro inspirar ações iguais do cristianismo. Grupos radicais, políticos e filosóficos não são exclusividade de uma religião. Grupos fundamentalistas ganham cada vez mais força, pois traem a si mesmo inspirando os indivíduos para ações livres, às vezes radicais, ocultada pela sua ideologia. Os pastores que agora ocupam as TVs e os partidos são a primeira etapa desse processo. 

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