terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Ano novo e meio brinde a solidão.


Caíram-me lagrimas quando o relógio deixo-se mover tão facilmente, ignorando que meus sonhos pediam mais tempo, minhas lembranças ainda carecem de momentos, e que eu não estou pronto. Mas novamente ele vai e leva-me. Sabe-se lá pra onde. Espero que sejam para o mais próximo abraço e que seja o seu.  

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Que tanto faz acompanhado pelo amor de toda a vida, ou só, olhando os fogos que enfeitaram o céu. Em mim cabem muitos sonhos, muitas vozes e canções antigas. Eu por mim mesmo me acompanho mais nessa empreita, nesse ano que já passa. E passa-me, olhando o céu, a imagem que numa escala planetária estamos face a face. Essa distancia é um ponto de vista. Não é?

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A quem necessita de esperança – saibamos que todos esses fogos não são mais que mensagens de força, de beleza, gratidão, sinais de fumaça e barulho pra que os concidadãos vibrem juntos. Que por mais que nada restou das manifestações, quando foi de ponta a ponta o Brasil saiu em passeatas ao mesmo tempo? Estamos juntos. E que por mais que a perfídia nos governe, nós estamos aqui, essa é nossa vez, ou não é? 

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