terça-feira, 8 de outubro de 2013

merda

[MERDA]
FEZES HUMANAS, SOBRE TELA. SEM DATA. 

OBS;
não! Não gostem dessa obra, não olhem para ela como uma parte artística da vida. Ela é uma merda. Um excremento de ideias, seu texto é um papel higiênico usado, duas vezes. Aprendam com ela a rejeitar! O artista, esse artista quer a rejeição. Quer a vaia. Viva! E conviva com a vaia. Use-a antes de tudo sobre esse artísta que voz fala. Pois, esse, sente-se perola e sente-os porcos. Vocês que comeram no coxo da musica pop, vocês que aprovam a programação colonizada das únicas rádios nacionais, vocês que assistem a choram com a mesma novela á décadas: não merecem minha arte, não merecem o meu gesto. Abortem-me. Ou antes, odeiem-me do mesmo modo que amam aos galãs. O publico, que fora respeitável, prostitui-se pelo conforto. E as artes, mortas, só podem feder pra lembra-los dos vossos narizes. Apodrecem! Vejam, vejam a feiura! Não estão acostumados não é? Pois saibam que aquela arte que vocês comem todos os dias é mais podre que isso. E ainda assim, os alimenta... vão! Não aplaudam. 

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