domingo, 25 de agosto de 2013

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Um. Porque eu vá viver muito, ou muito pouco. Ou mesmo porque eu devo e preciso desse entendimento gostaria de registrar nesses manuscritos essa ansiedade: porque só uma?

Dois. Por tantas dores, cólicas, sarnas, perebas, feridas e feridinhas, cânceres, cancros, calos, diarreias, viroses, febres, bronquites, alergias e fungos sob a pele. Alem do cansaço.

Três. Por  isso creio que uma só existência não é suficiente, creio ser necessário mais uma dose de eternidade, no inferno ou no paraíso – tanto faz – mais um tempo, mais um pouco de tempo


Já. Pra eu achar a resposta disso tudo, dessas dores que do corpo acumulam na alma. Dessa alma-rocha esculpida por esse vento-existir de modo que o que resta de mim é pedra polida e areia.

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