quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Sem-vergonha.

   Ela estava depilando os pelos pubianos. Iria a um encontro e queria estar segura e sexy. Ela não tinha muitas duvidas de que rolaria sexo, porque o clima estava propenso. Ele: solteiro, na casa dos 30 e poucos. Ela: nos 20 quase 30, igualmente desimpedida. Tudo estava OK! no radio uma canção romântica que falava da dor do amor (Adele) porém, ela não prestava a atenção, olhava, atentamente no espelho da pia: algumas rugas no canto dos olhos. Seria cansaço? estava mesmo trabalhando demais. Era necessário pois sustentava-se e gostava de dar-se alguns luxos, como um bolsa lindíssima que usaria hoje. Rugas de cansaço? seriam cobertas por maquiagem e a luz indireta do restaurante deixaria tudo lindo. Passou a mão pelos seios, pela bariga e experimentou a sensação de ter a púbis totalmente lisa. Usaria um vestido vermelho. Brincos e anéis dourados. Salto alto e a bolsa: de mão, ouro velho, quadrada, fina. Perfume discreto. Olhou-se no espelho, passou a mão pelos cabelos e saiu.

   Passando 3 horas a porta abriu novamente. Ela voltava acompanhada de um rapaz que usava um terno azul, camisa branca. Não era do tipo atlético, mas era bem apessoado. Assim que entraram ele abrando-a pela cintura a beijou loucamente, com prazer, com avidez. Olhando-a profundamente, disse que fossem logo para o quarto. Ela, um pouco nervosa, sugeriu que tomasse mais uma taça de vinho. Essa preocupação viria da vontade de satisfaze-lo?

   Um brinde com mais beijos. Ele acariciando os ombros dela, afastou as alças do vestido, beijo-a  na orelha, foi baixando, baixando e invadiu o conteúdo do sutiã. Ela deixou a cabeça cair para trás e se ofereceu. As mãos dele procuraram a nuca dela, os corpos aproximaram ainda mais. Ele a acariciava em todas as direções, apertava-lhe as nádegas, as coxas e tirou o vestido dela. Ela, tirou-lhe o paletó, a camisa e a calça.

    Deitados no tapete da sala, ébrios de prazer. Ela estava com o coração a pulos. Não sem alguma dificuldade ele conseguiu desabotoar o sutiã que ela usava. Contemplou e acariciou os belos e firmes peitos. Passou a língua lentamente nos dois. Agora ele deitado no chão pedia á ela que viesse por cima. Ela de quatro sobre ele, com os cabelos caídos sobre a cabeça dele, era uma imagem deliciosa. Ele foi apalpando-a até que lhe baixou a calcinha. Passou a mão pela bunda e procurou alcançar o vão das pernas. Teve um sobressalto e procurou levantar-se rapidamente. Ela tinha um pênis! Ele quase não cria nos próprios olhos, mas havia pego! Ela era, ou fora um homem.

   Ele ficou irritadíssimo. Ela quis dizer alguma coisa mas ele a esbofeteou, ela caiu no chão. Ele olhando-a de cima via o corpo todo, um cabelo liso e moreno, seios bem torneados, uma cintura bem desenhada, belas coxas e...um pênis. Chutou-a duas vezes. Ela começou a gritar, mas ele não parou, deu vários socos na cara e mandou-a calar a boca. Deu-lhe um chute no estomago e outro no saco escrotal, ela desmaiou de dor. Ela a colocou de bruços, viu uma bunda carnuda e penetrou fundo. Socou forte. Ela acordou e tentou fugir. Ele, porem, a segurou usou a bolsa na boca dela. A forma da bolsa bem dava um bom cabresto. Socou-a de quatro o quanto quis. Saiu de cima quando satisfeito. Abriu a bolsa e pegou todo o dinheiro que tinha. Ao ir embora disse que se a visse outra vez a mataria "pra parar de ser sem-vergonha".

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