sexta-feira, 22 de abril de 2011


O fim do universo é nosso começo.

No cêu o anjorelogio, será esferico,
contará a ligação de cada coisa com todas as outras
e o dia será claro como a felicidade.
As cidades serão luz
a voz, musica. o sexo, calor.
Mil olhos pra cada superficie.
Mil bocas pra cada beijo.
Nós, como nunca, lugares exatos.
O fim é o começo
O meio sou eu
E a flores nascem, nascem, nascem.

O fim do universo é nosso começo.

No cêu o anjorelogio, será esferico,
contará a ligação de cada coisa com todas as outras
e o dia será claro como a felicidade.
Da guerra todos sairam vitoriosos.
Todos serão salvos por si mesmo
vidas e mortes celebradas.
A coisa-em-si em mim.
O silencio, o nada: possibilidades.
A construção e a destruição: etapas.
Desdesenhos, desprojeteis e tudo é lindo
 porque humano , humanidade.

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